O Pendrive Morreu (E o servidor local deveria morrer também)
Manter arquivos importantes no notebook ou servidor local é pedir para ser sequestrado por um Ransomware. A nuvem não é apenas cômoda, é a única defesa real.
Equipe Técnica
Security Specialists
"Mas eu gosto de ter o servidor aqui do meu lado, eu vejo a luzinha piscando."
Já ouvimos isso de muitos diretores. A sensação de posse física traz uma falsa segurança. Porque quando o ar-condicionado pifa, o HD queima ou um Ransomware criptografa tudo numa sexta à noite, a luzinha piscando não vai te salvar.
A Regra 3-2-1 Automatizada
Qualquer profissional de TI conhece a regra de ouro do backup: 3 cópias dos dados, em 2 mídias diferentes, sendo 1 offsite (fora do escritório). Fazer isso manualmente é chato, e humanos odeiam tarefas chatas. Resultado: o backup está sempre 3 meses atrasado.
O Google Drive faz isso por design. Seus dados não estão em "um servidor". Eles estão fragmentados (sharding) e replicados e data centers geograficamente distantes. Se um meteoro cair no Data Center do Google no Chile, seus dados "acordam" na a Carolina do Norte em milissegundos.
O "Desfazer" Infinito contra Ransomware
O maior medo das empresas hoje é o sequestro de dados. O Hacker criptografa seus arquivos e pede Bitcoin para liberar.
Com o Drive, o versionamento é contínuo e imutável. Se um vírus alterar todos os seus arquivos hoje às 14:00, você simplesmente entra no painel de administração e clica em "Restaurar versão das 13:59" para a pasta inteira.
Fim do sequestro. Sem negociar com terroristas. Sem pagar resgate. Segurança moderna não é construir muros mais altos (firewalls). É ter a capacidade de se recuperar instantaneamente (resiliência).
